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| A História de um crocodilo |

Um milionário promove uma festa em uma de suas mansões e em determinado momento pede que a música pare e diz, olhando para a piscina onde cria crocodilos australianos.
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará todos os meus carros.
-Alguém se habilita?
Espantados, os convidados permanecem em silêncio e o milionário insiste:
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões.
O silêncio impera e, mais uma vez, ele oferece:
- Quem pular na piscina, conseguir atravessá-la e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.
Neste momento, alguém salta na piscina. A cena é impressionante. Luta intensa, o destemido se defende como pode, segura o boca dos crocodilos com pés e mãos, torce o rabo dos répteis.
Muita violência e emoção. Parecia um filme do crocodilo Dundee!
Após alguns minutos de terror e pânico, sai o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase despido.
O milionário aproxima-se, dá-lhe os parabéns e pergunta:
- Onde quer que lhe entregue os carros, e os aviões?
- Obrigado, mas não quero seus carros e aviões.
Estranhando a reação do homem, o milionário pergunta:
- E as mansões?
- Eu tenho uma bela casa, não preciso das suas. Pode ficar com elas. Não quero nada que é seu.
Impressionado, o milionário pergunta:
- Mas se você não quer nada o que ofereci, o que quer então?
E o homem respondeu irritado:
- Só quero encontrar quem EMPURROU na piscina!
Moral da história:
Somos capazes de realizar muitas coisas que por vezes nós mesmos não acreditamos, basta um empurrãozinho.
Alguém que nos empurre, em certos casos, é útil na nossa vida. |
| Decisão! |

Decisão
Por que nunca devemos abrir mão dela.
Decisão é um conjunto e elementos essenciais que lhe dá a condição de galgar tudo aquilo que você projetou para sua vida.
D ireção (Josué)
E xperiência (Moisés)
C onhecimento (Daniel)
I nteligência (Salomão)
S acrifício (Abrãao)
à titude (Davi)
O bjetivo (Jacó)
“Congresso Financeiro” |
| Não tente fazer os outros de BOBO! |
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de crianças se divertia com o mais jovem da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o mais jovem a praça onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma maior de 0,50 cêntimos e outra menor de 1 euro.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
Eu sei, respondeu o mais jovem. Ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda’.
Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:

A primeira: Quem parece bobo, nem sempre é.
A segunda: Quais eram os verdadeiros bobos da história?
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos!
“Congresso Financeiro” |
| A Lebre e a Tartaruga |
Um dia a Lebre encontrou a Tartaruga e ridicularizou o seu passo lento e miudinho.
- Muito bem – respondeu a Tartaruga sorrindo. “Apesar de seres tão veloz como o vento, vou te ganhar numa corrida”.
A Lebre, pensando que tal era impossível, aceitou o desafio. Resolveram entre elas que a raposa escolheria o percurso e seria o árbitro da corrida. No dia combinado, encontraram-se e partiram juntas.
A Tartaruga começou a andar no seu passo lento e miudinho, nunca parando pelo caminho, direto até á meta.
A Lebre largou veloz, mas algum tempo depois deitou-se í beira do caminho e adormeceu. Quando acordou, recomeçou a correr o mais rapidamente que pode. Mas já era tarde… Quando chegou í meta, verificou que a Tartaruga tinha ganho a aposta e que já estava descansando confortavelmente.
Moral da história:
Com perseverança, alcançamos todos os nossos objetivos!
Congresso Financeiro |
| O Fazendeiro e o Cavalo |
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Era uma vez Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.
Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.
O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá. O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado.
Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.
Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.
E assim foi feito: os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.
Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, os animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando ao cavalo ir subindo.
Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que, finalmente, conseguiu sair.
Sabendo do caso, o fazendeiro ficou muito satisfeito e o cavalo viveu ainda muitos anos servindo, fielmente, a seu dono na fazenda.
Conclusão:
Se você estiver “lá embaixo”, sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu “desaparecimento”, os outros jogarem sobre você a “terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio”, lembre-se desta história.
Não aceite a terra que jogaram sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.
E quanto mais jogarem, mais você vai subindo…subindo…subindo
Congresso Financeiro
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