É importante que o cristão não fique enclausurado nesta mágoa.
Algumas pessoas passam por desapontamentos que, devido ao trauma, as aprisionam e impedem a comunhão com Deus. As decepções causam dores que abatem o ser humano e podem ser provenientes de um divórcio, da morte de um ente querido ou do rompimento de um relacionamento.
No entanto, não se deve permitir que a vida fique estagnada naquele momento e seja definida pela perda que sofremos. É importante que o cristão não fique enclausurado nesta mágoa através da negação, da culpa e da depressão. É preciso reagir e o processo para a cura da dor é dividido em quatro etapas.
A primeira é a aceitação, quando se deve aceitar que uma perda foi sofrida. A segunda é o momento de sentir assumidamente a dor para poder superá-la. A terceira é se ajustar à realidade que o faz lembrar da perda, procurando criar novos hábitos para acreditar mais em si mesmo. E o último passo é trabalhar emocionalmente para buscar novos relacionamentos.
Lembre-se de que as dores reprimidas e não processadas escravizam o cristão no sofrimento. É preciso querer deixar de sentir a dor.
O poder da paciência
Esperar a pessoa certa não é fácil na juventude e pode ser mais difícil ainda com o passar dos anos. Aqueles que sabem esperar percebem melhor a fidelidade de Deus, que nunca abandona seus filhos.
A impaciência traz conseqüências tristes. Casamentos apressados podem acabar em divórcio, separação emocional e ainda mágoa nos filhos, são crianças inocentes. A solidão e a mágoa que esses relacionamentos produzem é indescritível.
Se optarmos por passar à frente do plano de Deus, unindo-nos a pessoas que não possuem o temor do Senhor, colheremos as conseqüências não apenas sobre nós, mas também sobre os filhos. É preciso cautela. Tome a decisão de esperar pacientemente pelo melhor que Deus tem para você. Se notar ansiedade, faça um voto perante o Senhor e comprometa-se a esperar pelo que Ele tem a lhe oferecer.
Agência Unipress Internacional