Ângela Maria R.Santos, 49 anos, sempre teve uma vida saudável, mas, no final do ano passado, sofreu uma profunda hemorragia e ficou 48 horas em observação no hospital.
“Após os exames, foi comprovada a existência de um grande mioma e eu teria de tirar o útero. Fui encaminhada para o posto de saúde do meu bairro e lá direcionada para a central de leitos onde eu seria operada após algum tempo”, recorda.
Ângela afirmou que perdeu o emprego devido aos muitos atestados médicos que apresentava aos seus patrões. O sangramento continuava e, bastante debilitada, decidiu comparecer a IURD, onde procurou uma obreira para receber uma oração e a unção com óleo.
Ela determinou a cura e o sangue estancou. Mesmo com a data da cirurgia marcada, Ângela continuou fazendo as campanhas na Igreja usando a fé, crendo na cura.
“Certa noite, durante a oração do pastor, senti uma dor muito forte no meu útero que sangrou. Fui para o hospital onde os médicos constataram que o mioma estava “solto” e deram início a cirurgia. Após sete minutos que eu tomei a anestesia, ouvi os médicos afirmarem que não entendiam o que estava acontecendo: o mioma estava solto e o meu útero não seria mais retirado. O próprio organismo expeliu o mioma. Eu estava curada. Segundo os médicos, seis entre 10 mulheres que enfrentam o mesmo problema, tem a necessidade da retirada do útero. No meu caso, Deus me curou”, finalizou.
Texto: Douglas Ferreira
Foto: Marcos A. Silva
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